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REINVENTAR-SE PARA SALVAR VIDAS

“Superação completa, não. De nossa parte houve a aceitação dos desígnios de Deus. A vida e a morte são desígnios de Deus, não há como fugir. A perda do meu filho, recém-casado, em um acidente de carro, em 2002, é uma dor da minha família. É muito particular, portanto. Ficamos desestruturados, é o que consigo dizer. Em 2005, nos convidaram para trabalhar no Hospital do Câncer de Londrina. Resolvemos, o Nelson [Dequech, marido] e eu, trabalhar bastante para oferecer, às pessoas acometidas pelo Câncer, a esperança de um tratamento digno, humanizado. Fizemos daquele hospital o nosso segundo lar. O que fizemos não há dinheiro que pague, porque ajudar as pessoas, acolher as pessoas doentes, não tem preço. Se foi uma maneira que encontramos de reinventar a vida? Não sei. É ou mais ou menos por aí. A única certeza que tenho é que foi extremamente gratificante ajudar pessoas. Fizemos, meu marido e eu, tudo o que podíamos fazer. Fizemos com o coração. Acho que seguimos uma determinação de Deus, que era a de lutar pelo bem-estar dos outros. Aliás, em muitas vezes eu senti a presença de Deus… Temos sempre que agradecer a Deus. A Páscoa… O período da Páscoa é um momento propício para uma profunda reflexão. Um período para relembrar tudo o que Jesus fez por nós. Um período para agradecer, de coração, a Deus pela vida”

Dilza Dequech, empresária
Foto: Folha de Londrina

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